19 de fev de 2016

BLUE CUP CAFE






Vocês já ouviram falar do Wattpad, certo? Para quem não sabe, é uma plataforma para a postagem de estórias - podendo ser fanfic ou não. Baixei no meu celular há pouco tempo e estava a procura de alguma fanfic que pudesse me prender. Já que faz tempo que não leio uma estória que me faça ficar completamente focada. Até que encontrei uma que me arrancou curtos suspiros.

Blue Cup Cafe foi uma fanfic que chamou minha atenção no Wattpad pelo simples fato da capa dela ser um amor, confesso. Faço curso de multimídia, ainda estou aprendendo muuuita coisa, mas o design já me chama a atenção. Assim que abri a estória, vi que era uma série de contos, por capítulo, escritos por Aurora, uma funcionária do Blue Cup Cafe que tem a observação e a escrita como prazeres da vida. 

Eu precisava exatamente de uma fanfic que não fosse tão longa e que contasse uma história leve, daquelas gostosas de se ler tomando leite com chocolate, ou café. Na verdade, eu a li toda, no último domingo das minhas férias, quando saia da piscina do clube, aonde eu passava o dia. E confesso que sinto falta dos pequenos contos que compõe a estória.

Aurora trabalha como balconista de um café, daqueles aonde seu nome é anotado no copo, sabe? E tem a mania de observação. A cada novo cliente, surge um novo conto em seu caderninho abarrotado de estórias. O curioso é que muito se sabe sobre os clientes e pouco se sabe sobre Aurora, que quase não fala de si mesmas, em suas próprias palavras. E, de conto em conto, você consegue mergulhar em pequenas historinhas que te fazem um pouco mais feliz naquele dia. 

A escrita de Shaneoli (seu user no wattpad) é encantadora. Te prende a cada pequena frase. Te faz querer mais a cada parágrafo. E quando você vê, a última página de seu livro já chegou. É tão leve que não se sente as páginas virarem. Eu não sei explicar. Só sei que Blue Cup Cafe me inspirou demais para desenterrar um velho projeto.

Existe mais as fanfic "Cup Of Tea" que é um pouco sobre a estória de Aurora, e estou lendo no momento. Tudo se passa em apenas uma semana, mas estou gostando muito e recomendo. Tem também "Tequila Shots" que é sobre uma das clientes do Blue Cup Cafe, mas ainda não comecei a ver.


Enfim, vocês encontram o livro no Wattpas e, por favor, vão ler. Mesmo que não faça muito seu estilo, dê uma chance, como eu dei, e se encante. Fiquem bem e até mais. 

16 de fev de 2016

Projeto #52filmsbywoman

Olá, pessoal! Pois bem, esse é meu primeiro post no blog, e eu quero muito agradecer a Babi pela oportunidade de vir falar sobre uma coisa que eu sou apaixonada aqui. Meu nome é Maria Laura e vamos falar de cinema, a nossa sétima arte. Apresentações feitas, eu gostaria de partir para algo que creio ser muito bom para um início. Um projeto com uma iniciativa muito legal, com muita coisa boa pra ser vivenciada.

O Projeto #52filmsbywoman (52 Filmes Feitos por Mulheres) foi lançado pela organização Woman in Film and Television, em Los Angeles (LA, babes! Onde mais seria?), com o intuito de aumentar a visibilidade da mulher no cinema. Principalmente por trás das câmeras.

Como seria isso?
Bem, o projeto tem como roteiro assistir um filme (ou mais) por semana dirigido por uma mulher, tendo 52 no total.

Eu realmente adoraria que vocês entrassem comigo de cabeça nesse projeto. Imagine quantas produções maravilhosas estamos perdendo por simplesmente não termos conhecimento do filme. Existem muitas mulheres no mundo do cinema, a única coisa que as diferencia dos homens é a visibilidade. Então vamos trabalhar nisso para vermos muito mais as mulheres estampando seus nomes em grandes produções.

Como prova do projeto, toda semana farei uma resenha sobre o(s) filme(s) visto(s) na semana com todas informações necessárias para pesquisarem sobre a diretora e debater sobre ele.

Acho que até aí estamos indo bem. Peço desculpas por qualquer erro, e até o próximo post!


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4 de fev de 2016

Um Filme sobre Simplicidade




Para quem acompanha esse blog, sabe faz tempo que não há nenhuma atualização por aqui. E a verdade é que eu estava sem tempo e fiquei desmotivada. Só me perguntei se realmente valia a pena esse pequeno projeto, e as minhas conclusões foram duvidosas. Até que algo aconteceu e eu entendi porque deveria voltar.

Passei minhas madrugadas das férias vendo filmes e séries na Netflix. E no último domingo, eu vi o filme "Esperar para Sempre" em minhas sugestões. E faz tempo que ele ficava ali esperando para eu assisti-lo. Eu até já sabia sua capa de cor. Fui lá e dei play. 



Filme: Esperar para Sempre
Título Original: Waiting for Forever
Duração: 1h34 minutos
Diretor: James Keach
País: Estados Unidos
Atores Prinpais: Rachel Bilson, Tom Sturridge
Tem no Netflix!

Will e Emma era amigos de infância muito próximos, mas a amizade teve fim quando os pais do garoto sofreram um acidente e ele teve que mudar-se para a casa dos tios. O contato foi perdido. Ela seguiu em frente. E ele, com ela em sua mente e coração, jamais a esqueceu. Quando Emma volta á cidade onde eles passaram a infância, ele vai atrás dela, disposto a fazer o que for necessário para tê-la de volta novamente.

Sabe aqueles filmes que você assiste ele todo com um pequeno aperto no peito? Esperar para Sempre foi esse tipo de história para mim. Porque além do enredo bonito da história, quem me conquistou a primeira vista, foi Will, o personagem principal. O jeitinho dele é diferente de qualquer um que eu já tenha visto. Anda por aí de pijamas, anda para lá e para cá de carona, não tem lugar fixo, viaja pelo mundo atrás de seu amor, vive da sua arte... Um típico estudante de humanas. Mas, sério, é impossível não gostar dele.

Eu amo filmes que começam com reflexões. E Esperar para Sempre é neste estilo. Ele começa com Will contando sobre o acontecimento que mudou sua vida para sempre: o acidente de seus pais. "Se me perguntar, há um momento na vida de todo em que você esta desamparado de esperança e confiança. E então algo acontece, algo grande demais para entender. E então, tudo muda, para sempre." E então imagens começam a pipocar e você quão amável a amizade entre ele e Emma era, antes dele se afastar. Uma música embala a cena e o filme aparenta ter um tom leve. Mas engana um pouco, porque passei o filme com lágrimas esperando para cair a qualquer momento. 

O problema principal do filme é que ele ama alguém que nem sabe de seu amor. Mas mesmo assim ele viaja para onde for só para vê-la de longe. Emma, é o nome da garota que o tem desde pequeno. Ela foi a pessoa que disse á Will que tudo ficaria bem, que ele sempre seria amado, logo após dele perder seus pais em um acidente de trem. E, desde então, ele mantém essa ideia com ele. Mesmo que tente, ele não conseguir ir até ela e dizer um simples "olá". Seus amigos o encorajam, dizendo que tudo daria certo. E finalmente, Will consegue ir até Emma e se apresentar. Eles se lembram da infância e passam o dia juntos. E contar o que vem depois disso é dar spoiler. 


Seu irmão, Jim Donner, acha que toda essa "fixação" por Emma é consequência de algum problema psicológico, porque para ele, não é "normal". Jim é o "irmão bem sucedido", tem uma casa, carro, bom emprego, uma esposa, dois filhos e Will não tem nada disso. Ele, na verdade, não se importa com isso, mas Jim parece não entender o que seu irmão quer da vida.

E é nesse ponto que eu penso que "Esperar para Sempre" é sobre simplicidade. Porque enquanto Jim pensa que a vida perfeita é a que tem, Will não pensa a mesma coisa. Apesar de amar alguém que não o ama de volta, ele é feliz com sua vida e o pouco que tem. Ele é mágico e ganha dinheiro com isso, fazendo pessoas sorrirem. Não tem lugar fixo e viaja para lá e para cá. Quando seu irmão pergunta onde esta seu carro, Will responde que o vendeu, já que era meio desconfortável sair com ele e ter que colocá-lo sempre em algum lugar. Andar a pé era melhor, sentia-se mais livre. 

E, assim, pelo menos para mim, ele aparentava ser feliz. Will ama de graça e não acha extremamente necessário que seu amor também o ame. Ele ama sem querer nada em troca. "Cartas de amor ruins imploram pelo amor de volta. Cartas de amor boas não pedem nada." E isso me levou a pensar que talvez amar com expectativas de ter reciprocidade, é ser egoísta. Um amiga me disse isso um dia, e agora entendi o que ela quis dizer. Mas ainda não sei amar como Will. 

O filme me prende desde o começo porque o amor de Will por Emma me deixa curiosa para saber se eles ficariam juntos, ou se pelo menos trocariam uma só palavra. Me surpreendo com o que acontece entre os dois, e fico com um sorriso no rosto durante toda a volta em lembranças que os dois tem em certa noite. E então é aquilo, quando ele te prende dessa forma, você começa a fazer perguntas, como: Eles vão ficar juntos? Will vai largar sua ilusão? Will vai comprar a vida que seu irmão lhe vende como perfeita? Emma vai dar uma chance ao amor do garoto? E querendo responder cada pergunta e muitas outras, assisto até o final. 


Waiting for Forever foi feito para aqueles de alma de humanas. Entende? Os de exatas podem ficar com um pulga atrás da orelha ao ver Will feliz em ser palhaço pelas ruas. Podem até apoiar Jim, o irmão. Mas como disse, acho que não tem como não gostar de Will. E acho isso um ponto muito positivo do filme. Gostei da forma como o personagem foi construído, e do jeito Peter Pan dele. Por que, de alguma forma, perder os pais na infância o fez não querer crescer. Como se preservasse a época quando eles ainda eram vivos. Quando ele ainda os esperava aparecer com o carro na esquina da sua casa. Infelizmente, ele teve que esperar eternamente por esse momento.

O que faltou ao filme foi aprofundar um pouco mais a história da Emma, e dos outros personagens um pouco mais. Ela era uma "estrela de Hollywood" mas não parecia ser. Foi mais como um detalhe adicional na sinopse do filme, porque isso não alterou em nada a estória. Alguns acontecimentos pareciam ser um pouco aleatórios no filme, mas não afetou muito o todo. Porque de qualquer forma, o tempo vendo o filme não pareceu passar. O vi num domingo de madrugada, com um recém-aprendido chocolate quente, minha coberta e sei que vou revelo em algum outro dia como esse.



E também tem o pequeno detalhe de que: perseguir uma mulher a todo canto que ela vai não faz de Will uma espécie de stalker? Talvez. Mas quando você conhece o personagem, consegue ver que ele não faria mal algum a uma mosca. Porém o filme pode ter romantizado um pouco esse caso, mas prefiro não pensar assim. O bom é que tudo terminou bem... Ou não. Não sei. Vai ter que assistir! Para quem tem Netflix, é mais um motivo para assisti-lo, já que Esperar para Sempre esta no catálogo. Eu dei cinco estrelas. 

Eu poderia classificar esse filme de qualquer outro nome, mas escolhi "Simplicidade" porque foi esse traço da estória que ficou mais evidente para mim. E resolvi marcá-lo dessa forma. O filme também, de alguma forma, me fez querer voltar com o blog. Acho que foi porque eu realmente amei o filme e precisava contar para alguém. E então lembrei do quanto eu gostava de resenhar coisas que gosto aqui para vocês lerem. Pois então, voltei! E espero que eu não suma uma outra vez. Gosto de escrever aqui mas sempre aparece algo para me fazer desacreditar nisso, mas dessa vez, acho que vai!

Muito obrigada a todos que continuaram visitando o blog mesmo com a minha ausência. Ele esta de volta, e com novidades! Não se esqueçam de curtir a Página no Facebook do Coisas do Tipo. Temos quase 800 curtidas! Enfim, é isso. Fiquem bem e até mais. 

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7 de set de 2015

Resenha: Anjos & Demônios

Foto: Divulgação


Hey! Tudo ok com vocês? Eu estou com meu coração partido porque sinto que nunca mais vou ler um livro no estilo de Anjos e Demônios. Sério, o enredo do livro faz muita falta na minha vida. Como disse no post anterior, eu sou mega curiosa e amo essas coisas que são sobre o passado da humanidade, e os segredos que tudo isso esconde. E o livro supre todas essas minhas pequenas paixões. O tema central são os Illuminattis! Preciso dizer mais alguma coisa? Vamos a resenha. 

Anjos e Demônios conta a história de Robert Langdon, um professor de Simbologia de Harvard, que é chamado pelo CERN (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear)  com urgência por um simples fax: a imagem de um peito humano marcado a fogo com a palavra "Iluminatti". E como se não bastasse isso ser suficientemente estranho, Robert percebe que a palavra marcada é um perfeito ambigrama, ou seja, uma palavra que vista ao contrária continua sendo legível. E então ele recorda a lendas das sete marcas Illuminattis, e diz a si mesmo que aquilo é impossível. "Mas os Illuminattis estão mortos faz séculos". E então, Langdon acaba se aprofundando mais na história daquela marca e vê que o buraco é bem mais embaixo.

O livro é simplesmente genial. Eu precisava começar a resenha dizendo isso. Mas claro que, Dan Brown é um escritor comercial, e os temas polêmicos são abordados com o intuito de causar e vender. Mas como disse o Bubarim: "Ah se todos os escritores comerciais fossem como ele!". Porque mesmo assim, Brown não deixa de ser genial. Ele mistura ficção e realidade de uma forma que você acaba acreditando nas mentiras do ficção da estória por causa da lógica perfeita que ele usa com seus personagens e com o enredo de cada livro. 

Quando estava escrevendo essa resenha, tentei fazer um resumo sem spoiler do livro mas perderia a graça toda do livro. Porque o incrível da estória e de toda a narrativa é que a cada capítulo você tem uma nova surpresa. Ele te dá perguntas, dá respostas, dá suposições e então você não quer nunca mais largar os livros. E falando nisso, os capítulos são muito curtos e acho que a forma com que Dan construiu cada capítulo é bem interessante, porque eles são rápidos e por serem rápidos, tem muitos e cada um tem uma surpresa diferente e então você vê que o livro, em momento algum, cai naquela monotomia. Sabe? E também a história toda do livro se passou em apenas um dia! Como ele conseguiu uma história dessas narrando apenas um dia? 




É um livro com MUITA informação. Você tem, praticamente, uma aula de história a cada explicação de Robert Langdon pelos lugares que eles passam pelo Vaticano. E eu simplesmente amei isso. Ele conta a história da Igreja Católica, as tradições, sobre a arquitetura das igrejas, sobre as obras e Igrejas feitas por tal pessoa, em tal época, e porque daquilo... É, praticamente, uma aula de história. E é maravilhoso ler. Claro que, nem tudo ali é verdade, mas a base dele são os fatos reais. Até minha professora de história gosta dos seus livros, mas também diz que é sempre bom fazer uma pequena pesquisa antes de confiar fielmente nas palavras de Dan Brown.

De forma alguma o livro é cansativo, ele apenas te faz querer mais e mais. Quando comecei a ler não tinha muito tempo, e olha que eu comprei na Páscoa, e então eu fui terminar de ler nesse último mês e não larguei o livro. Sério, eu perdia a estação do metrô que eu tinha que descer porque estava lendo. E fazia tempo que um livro me prendia dessa forma. 

Tem curiosidade de saber quem foram os "verdadeiros" Illuminattis? Então o livro é pra você. Vivo lendo teorias conspiratórias e quando li o livro, vi que os Iluminattis de "antigamente", ou seja, a origem deles, é muito diferente do que essas teorias dizem. Só uma coisinha: no passado, essa sociedade secreta foi feita para cientistas discutirem ciência sem a Igreja os caçarem. Ou seja, eram ateus. E se eram ateus, como podiam ser satânicos? Como dizem as teorias por aí. Fiquei abismada quando descobri.

E então existe a Igreja da Iluminação, suposto lugar aonde a anti-matéria estaria, e até chegar lá, teria os quatro marcos, denominados O Caminho da Iluminação, onde cada um dos preferitti seriam mortos, e marcados á fogo pelos Iluminattis. E com isso, Robert e Vittoria Vetra, tentam encontrar essa caminho secreto antes da sociedade secreta matarem os tais homens indefesos. E a lógica de qual caminho que deve ser seguido, qual pista seguir, onde esta cada marco... É incrível. 

Filme X Livro 



Essa é uma das únicas, ou a única, em que eu digo: veja o filme antes. Porque o filme, sem ligação com o livro, é muito bom. O enredo dele, os atores, os lugares aonde são filmados, o ritmo do filme, as reviravoltas, as cenas... São muito boas. É um filme aonde você assiste sem tirar os olhos da tela. Eu realmente indico.

Poreeeeeeem, se for para falar da fidelidade ao livro, chega quase a ser um Percy Jackson. Sim, MUITA coisa é mudada. E eu realmente não sei o porque. Talvez porque as pessoas que iriam ler o livro depois do filme veriam elementos diferentes e mais completos do que o filme mostrou, e então não teria um queda de interesse no livro. Não sei. Mas mesmo assim, não consegui odiar o filme. 

Personagens são cortados, e são aqueles que fazem diferença no destino da estória! Cenas são mudadas. Muita estória por trás de personagens são ocultadas e que são geniais! Não deveriam ser cortadas de forma alguma. E acho que o final foi a parte mais modificada e ocultada de todo o livro, ou então, da história da modificação de livro x filme. Porque toda a explicação por trás, e a maior reviravolta do livro, esta nas últimas páginas. Um reviravolta do tipo que você sente pena do vilão! E esse vilão... Nunca ninguém desconfiaria de como tudo é arquitetado. 



Li o livro quando já tinha visto o filme, e fiquei "Meu Deus! Então foi nesse momento que tal coisa aconteceu...". Foi como se eu visse a história de um novo ponto de vista. E mesmo sabendo a história toda, o livro ainda me surpreendeu demais. Me passou muita emoção. O suspense criado é incrível, e você morre de angustia ao ver que o tempo esta acabando. Genial. O livro e o filme tem os mesmos clímax, o mesmo desfecho, mas a forma é diferente. Até porque acho que seria muito difícil e até sem noção fazer o livro fielmente. Porque muitas coisas no livro deixam a desejar no quesito: o mundo todo vê isso, e fica tudo por isso mesmo? Vocês vão saber do que eu estou falando quando lerem.

Falei demais, haha! Bom, finalizando... Leia! Foi um livro que quebrou um grande tabu interno meu. Por causa que os personagens e o enredo gira em torno de religião X ciência, e a forma como o autor mostra que isso não tem que haver uma rivalidade entre esses dois pólos, é incrível. Eu realmente vou levar as palavras de Leonardo Vetra para a minha vida. Porque é do modo dele que eu enxergo o universo. Como ele vê isso? Contar aqui tira toda a graça! Mas a filosofia usada é incrível. 

"Não perguntei se acredita no que o homem diz sobre Deus. Perguntei se acredita em Deus. (...)
Quando se deita sob as estrelas, não sente a presença do divino? Não sente em seu íntimo que está diante da obra de Deus?"

Não sei mais o que dizer. Sério. Apenas leiam, hahaha. Entrou na minha lista de livros favoritos e espero que entre também na sua. A próxima resenha é da Jessie e de um livro brasileiro. Quer saber qual? Presta atenção que pela semana ela sai. 

Até logo. 
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